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Antes da década de 1970, a questão ambiental não era amplamente reconhecida como uma preocupação global pelas nações. Foi somente no início daquela década que os países industrializados começaram a perceber os impactos adversos do desenvolvimento industrial sobre o meio ambiente e a limitação dos recursos naturais. Em resposta a essa crescente preocupação, em 1972, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Humano, também conhecida como Conferência de Estocolmo, foi realizada na Suécia. Este evento, que reuniu representantes de 113 países, é considerado um marco inicial na promoção do desenvolvimento sustentável a nível mundial.

Seguindo este avanço, em 1992, a cidade do Rio de Janeiro sediou a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, popularmente conhecida como Eco 92. Este evento reuniu 178 chefes de governo e contou com significativa participação da sociedade civil, culminando na assinatura da Agenda 21, um ambicioso programa de ação global para promover o desenvolvimento sustentável.

Ao longo das décadas seguintes, outras conferências importantes, como a Rio+10, em 2002, em Joanesburgo, e a Rio+20, em 2012, no Rio de Janeiro, reafirmaram o compromisso global com o desenvolvimento sustentável. Em 2015, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, composta por 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com a meta de alcançar um mundo mais justo e sustentável até 2030.

No nível local, o Governo do Estado do Rio de Janeiro criou, em 2021, a Autoridade de Desenvolvimento Sustentável (ADS) para coordenar o programa Rio 2030, alinhando as iniciativas locais com os ODS. Em 2023, foi lançada a iniciativa "É Hora de Agir", destinada a mobilizar e integrar diferentes ações para o desenvolvimento sustentável no Estado.

Em 2024, o Brasil é o país-sede dos encontros do G20, reunindo líderes das principais economias do mundo, atualmente composto por 19 países e dois órgãos regionais, a União Europeia e a União Africana. Este contexto histórico representa uma oportunidade sem precedentes para promover uma ação colaborativa em prol do desenvolvimento sustentável, alinhando esforços locais e globais para enfrentar os desafios compartilhados.

É Hora de agir!

 

Paulo Manoel Protásio

Diretor Executivo da Autoridade do Desenvolvimento Sustentável do Rio de Janeiro

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PORTUGUÊS

O que é

O "SER G20" é uma abordagem inovadora que visa adaptar e traduzir as diretrizes globais do G20 às realidades locais, uma nova trilha acrescentada ao processo atual do G20. Ele se refere à materialização dos acordos globais elaborados, trazendo esses acordos para a prática em contextos locais.  

Objetivos

Ao promover essa sinergia entre o global e o local, o "SER G20" busca garantir que as ações do G20 sejam mais do que declarações de intenções, mas sim esforços tangíveis que gerem impacto real nos territórios.

Premissas

Este conceito reconhece que problemas globais exigem soluções conjuntas, mas que a implementação eficaz dessas soluções depende da ação local. Assim, o "SER G20" propõe um modelo de atuação em que os países membros do G20 não apenas adotam as diretrizes acordadas, mas também as adaptam às suas próprias necessidades e contextos específicos, promovendo um desenvolvimento sustentável verdadeiramente inclusivo e equitativo.

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